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  • Registro ICAA
    1110515
    AUTOR
    Callado, Antônio
    TÍTULO
    Uma revelação que a história oficial não registra / Antonio Callado
    NOTAS

    Publicado originalmente em:

    Retrato de Portinari. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979. p.56-67.

    IN
    Nossa América (São Paulo). -- maio/jun.
    DESCRIPCIÓN
    p. 28-33 : ill.
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de revista – Ensayos
    CITA BIBLIOGRAFICA
    CALLADO, Antonio. Uma revelação que a história oficial não registra. Nossa América, [s.l.], p.28-33, maio/jun. [s.d.].
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
    DESCRIPTORES NOMBRES
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Resumen

El autor indica las diferencias identificables en la trayectoria de la obra de Candido Portinari; las establece entre el artista de los años treinta, que denuncia la injusticia social en el Brasil —ya sea específicamente en obras como Café o bien en representaciones de pobladores de inmigración interna— y el pintor instituido e histórico de la década siguiente, el cual se integra a la tierra brasilera (en obras como el panel de la Primeira missa, tras el descubrimiento del Brasil). De acuerdo a este planteo interpretativo, Portinari estaría yendo de la crítica social “inmediatista” y, en cierta medida, “necesaria”, hasta montarse una “recapitulación histórica” con la que madura su trabajo, dotándolo incluso de “una tónica poética de mayor altura”. El escritor Antonio Callado considera que, en las obras de aquel primer período, Portinari muestra al Brasil la escasísima intimidad existente entre el hombre brasileño que imita a Europa y los Estados Unidos y el otro, que vive la realidad y el territorio brasileño en su amplitud, vinculándose estrechamente a él de manera casi indivisible. En el caso de los paneles históricos, la geometrización de las formas, por otra parte, no viene a iluminar un pasado muerto sino “el drama del brasileño actual” dilacerado entre una vida miserable y “la esperanza” de construir “un gran país”, según lo predican las figuraciones “nobles” de Portinari, hechas a partir de episodios de la historia nacional. Es por ello que el visionario artista se convierte, a juicio de Callado, en “el mayor pintor brasileño”.  

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Resumen

O autor pontua as diferenças que identifica no desenvolvimento da obra de Candido Portinari entre o artista dos anos 1930, acusador da injustiça social no Brasil (em obras como "Café" ou nas representações de retirantes), e o pintor histórico da década seguinte, integrado à terra brasileira (autor do painel "Primeira missa", por exemplo). Segundo esta interpretação, Portinari vai da crítica social "imediatista" e "necessária", para uma "recapitulação histórica" que marca também a maturidade de seu trabalho, dotado agora de "um tom poético mais alto". O escritor Antonio Callado considera que, nas obras daquele primeiro período, Portinari mostra ao Brasil a pouca intimidade entre, de um lado, o homem brasileiro imitador da Europa e EUA e, de outro, a realidade e a terra brasileiras às quais somente o homem do povo liga-se de forma quase indivisível. Já nos painéis históricos, a geometrização das formas não ilumina um passado morto, diz o autor, mas o "drama do brasileiro de hoje", dilacerado entre uma vida miserável e a "esperança" de constituir um "grande país", tal como anunciado nas figurações "nobres" do artista, feitas a partir de episódios da história nacional. Por isso Portinari tornou-se, na opinião de Callado, "o maior pintor brasileiro".

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Comentarios críticos

He aquí el tercer capítulo de “Retrato de Portinari”, trazado por el escritor Antonio Callado, y publicado originalmente en 1956 por el MAM-RJ (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro); fue reeditado en 1979, añadiéndose a una segunda parte en la cual se acompaña la trayectoria seguida por el artista Candido Portinari hasta su muerte, ocurrida en febrero de 1962. En este caso, el autor narra los dilemas del pintor en referencia a la representación fiel de la realidad, las “deformaciones” que sufre el arte en Brasil por la vía “modernista”, y un presunto respeto a “lo bello” emanado del “arte clásico”. Comenta, inclusive, la acometida de Portinari hacia la política, al candidatarse a diputado y senador por el PCB (Partido Comunista Brasileiro) y por el PSP (Partido Social Progressista), movilizado por su anhelo de “justicia social”; algo intrínseco que Callado vislumbra en su pintura tanto en forma de crítica social como de una representación histórica del país.

 

[Como lectura complementaria, consulte en el archivo digital ICAA de Mário Pedrosa (sin título) [“A pintura mural de autoria de Cândido Portinari (…)”] (doc. no. 1110857) y “A Missa de Portinari” (doc. no. 1075493); de Afonso Arinos de Melo Franco “Portinari” (doc. no. 1110887); y de Victor de Carvalho “Cartas de Nova York: Portinari of Brazil” (doc. no. 1110888)].

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Comentarios críticos

Este é o terceiro capítulo de "de Portinari", do escritor Antonio Callado, publicado originalmente em 1956, pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e reeditado em 1979, acrescido de uma segunda parte que acompanha a trajetória do artista Candido Portinari até sua morte, em fevereiro de 1962. Aqui, o autor narra os dilemas do pintor em relação à representação fiel da realidade, as "deformações" modernistas e o "respeito ao belo" da arte "clássica". Comenta, ainda, a incursão de Portinari pela política, com as candidaturas a deputado e senador pelo Partido Comunista e pelo Partido Social Progressista, motivado pelo desejo de "justiça social" que Callado entrevê também na pintura do artista, seja na forma de crítica social, seja na representação histórica do país.

b- Busca, construção e expressão de aspectos locais

e- Tendências políticas da arte moderna: expressionismo, realismo social, pintura mural

 

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Investigador
Equipe Brasil: José Augusto Ribeiro
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Serviço de Biblioteca e Documentação ECA/USP