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  • Registro ICAA
    1110489
    TÍTULO
    Vanguarda no museu moderno / Mário Barata
    IN
    Jornal do Commércio (Rio de Janeiro, Brasil). -- Abr. 23, 1967
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de prensa – Reseñas
    CITA BIBLIOGRAFICA
    BARATA, Mário. Vanguarda no museu moderno. Jornal do Commércio, Rio de Janeiro, 23 abr. 1967.
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Categorías Editoriales [?]
Resumen

Nota donde se analiza la muestra Nova Objetividade Brasileira, realizada en el MAM-RJ (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro) en 1967. Aquí, el crítico de arte Mário Barata procura localizar ciertas transformaciones ocurridas en el arte brasileño, dando un nuevo énfasis a la índole social, a la ruptura con los lenguajes y medios tradicionales y a la participación del espectador en la obra. A juicio del autor, tales puntos señalan las contradicciones de aquella época de mediados de los sesenta. Un aspecto de este breve análisis se cimienta en el estudio detenido del objeto, emprendido previamente por Abraham Moles.

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Resumen

Notícia e análise crítica da exposição "Nova Objetividade Brasileira", realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 1967. Aqui, o crítico de arte Mário Barata busca situar as transformações ocorridas na arte brasileira, enfatizando a nova ênfase na questão social, a ruptura com as linguagens e meios tradicionais e a participação do espectador; pontos que, na visão do autor, explicitam as contradições daqueles tempos. Parte de sua análise se fundamentará na discussão do objeto empreendida por Abraham Moles.

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Comentarios críticos

Organizada por el MAM-RJ (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro) en 1967, la muestra Nova Objetividade Brasileira, que pasó a ser paradigmática en el país [consúltese en el archivo digital ICAA el texto de Hélio Oiticica “Esquema geral da nova objetividade” (doc. no. 1110372)], dejó una marca en el proceso cultural brasileño de esa década, después de los movimientos concreto y neoconcreto. De la muestra participaron no solo artistas vinculados a la tendencia Nova Figuração (Antonio Dias, Carlos Vergara, Carlos Zílio, Roberto Magalhães, Rubens Gerchman, entre otros), sino también otros procedentes de la década anterior de los cincuenta (Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape, Waldemar Cordeiro) —véanse los textos de Waldemar Cordeiro “Novas tendencias e nova figuração” (doc. no. 1110840) y “VII Bienal: “nova figuração” denuncia alienação do indivíduo” (doc. no. 1110842)—.

 

De cierto modo, dando continuidad a asuntos pendientes en muestras anteriores —Opinião 65, Opinião 66, Propostas 65 y Propostas 66— el punto culminante de la Nova Objetividade Brasileira es que señala, de modo simultáneo, los embates de un legado constructivo y las tensiones de una cultura de masas, local y emergente. Marca, por otra parte, la irrupción de un nuevo planteamiento en el arte brasileño frente a un contexto político adverso: una dictadura militar que iría a prolongarse durante más de dos décadas (1964–85). 

 

[Como lectura complementaria sobre las muestras mencionadas, consúltense los textos de Cérès Franco “Opinião 65” (doc. no. 1090499); de Ferreira Gullar “Opinião 65” (doc. no. 1090530); de Beatriz Arantes “De ‘Opinião-65’ à 18ª Bienal” (doc. no. 1110641); de Frederico Morais “A Opinião Brasileira de 66” (doc. no. 1110550); y de Cérès Franco et al. “Declaração Poética para ‘Opinião 66’” (doc. no. 1110375)].

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Comentarios críticos

Realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1967, "Nova Objetividade Brasileira" foi uma das exposições marcantes do processo cultural brasileiro nos anos 1960, após os movimentos concreto e neoconcreto. Da mostra participaram não só artistas da "Nova Figuração" (Antonio Dias, Carlos Vergara, Carlos Zílio, Roberto Magalhães, Rubens Gerchman, por exemplo), como outros tantos procedentes dos anos 50 (Helio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape, Waldemar Cordeiro). De certo modo, dando continuidade a questões presentes em exposições anteriores como "Opinião 65", "Opinião 66", "Propostas 65" e "Propostas 66", "Nova Objetividade Brasileira" assinala simultaneamente os embates com um legado construtivista e as tensões de uma cultura de massa local emergente. Marca também o surgimento de uma nova postura da arte brasileira diante do contexto político dos anos 1960, durante o regime militar no Brasil.

c- A vanguarda nos anos 60: Mostras e Artistas

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Investigador
Equipe Brasil: Guilherme Bueno
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Centro de Memória do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro