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  • Registro ICAA
    1110333
    TÍTULO
    Da necessidade de crítica sobre arquitetura
    NOTAS

    Publicado originalmente em:

    Habitat, São Paulo, n.5, p. 46, 1951.

    DESCRIPCIÓN
    3p.
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de libro/folleto – Ensayos
    CITA BIBLIOGRAFICA
    CORONA, Eduardo. Da necessidade de crítica sobre arquitetura. In: XAVIER, Alberto (Org.). Depoimento de uma geração - arquitetura moderna brasileira. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. p.284-286.
Categorías Editoriales [?]
Resumen

Eduardo Corona reconoce la necesidad de un desarrollo dentro de la crítica sobre arquitectura. Expone la importancia de la crítica de arte (ejercida en sus varias formas) y la inexistencia, en territorio brasileño, de una crítica volcada al campo arquitectónico. Esto produce, a su juicio, un desconocimiento total, por parte del público, del carácter de la creación artística que subyace implícita en la actividad arquitectónica; la cual se ha visto relegada a mera función utilitaria donde persiste un mal gusto ecléctico. La nueva arquitectura que se practica en Brasil —basada en los principios que emanan de los CIAMs (Congresos Internacionales de Arquitectura Moderna)— debe ahondar en la crítica para aclarar la función social de dicha producción. Pese a una amplia divulgación, hay que evitar denominarla “moda”, contraponiendo, en cambio, su valor artístico y principios que la cimientan.

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Resumen

Eduardo Corona reconhece a necessidade de desenvolvimento da crítica de arquitetura. Expõe a importância da crítica de arte, exercida nas suas várias formas, e a inexistência no Brasil de uma crítica que se volte ao campo da arquitetura. Isso levaria a um desconhecimento, por parte do público, do caráter de criação artística existente na atividade arquitetônica, relegada a sua função utilitária, e à persistência do mau gosto eclético. A nova arquitetura praticada no Brasil, baseada nos princípios dos Congressos Internacionais de Arquitetura Moderna - CIAMs, deve buscar a crítica para esclarecer a função social dessa produção. Mesmo com a ampla divulgação da arquitetura moderna brasileira, deve-se evitar considerá-la moda, evidenciando seu caráter plástico, seu valor artístico e divulgando seus princípios.

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Comentarios críticos

En 1942, el arquitecto Eduardo Corona (1921–2001) participó del Salão dos Dissidentes de la Escola de Belas Artes, en Porto Alegre (su ciudad natal) y, posteriormente, fue auxiliar de Oscar Niemeyer en el proyecto del conjunto de la Pampulha (en Belo Horizonte) bajo auspicios del entonces alcalde de la ciudad, Juscelino Kubitschek. En 1949 se traslada a São Paulo, donde inicia sus actividades académicas en torno a la FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de la Universidade de São Paulo). Su enorme compromiso en pro de una crítica de arquitectura puede notarse en este texto, así como en otros que transitaron las renombradas revistas A & D - Arquitetura & Decoração, además de Acrópole. En esta última, Corona publicó (en fascículos) un texto enfocado en la obra ganadora de la Primeira Bienal (1951) donde se establece el legado tripartito de Max Bill: forma, función y belleza [véase en el archivo digital ICAA “O testamento tripartido de Max Bill” (doc. no. 1110330)]. En 1957 realizó, conjuntamente con Carlos Lemos, el importante Dicionário de Arquitetura Brasileira. El debate sobre la crítica de arquitectura había empezado a desarrollarse en 1952 con Mário Pedrosa, a partir de su ensayo “Espaço e arquitetura” (doc. no. 1087020). 

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Comentarios críticos

O arquiteto Eduardo Corona, nascido em Porto Alegre, participou do Salão dos Dissidentes da Escola de Belas Artes, em 1942, e foi auxiliar de Oscar Niemeyer no projeto do conjunto da Pampulha. Em 1949 muda-se para São Paulo, onde inicia atividade didática na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Seu engajamento em prol de uma crítica de arquitetura pode ser percebido nesse texto e em outros que escreve nas revistas A & D - Arquitetura & Decoração, e Acrópole, publicando nesta, em fascículos, juntamente com Carlos Lemos, o importante Dicionário de Arquitetura Brasileira, em 1957. O debate sobre a crítica de arquitetura também será desenvolvido por Mário Pedrosa a partir de 1952, com o ensaio "Espaço e arquitetura".

 

Ver também:

PEDROSA, M. Espaço e arquitetura. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 4 out. 1952.

 

g- Crítica de arquitetura: debate entre forma e função social

g- Formação do pensamento crítico sobre arquitetura moderna no Brasil

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Investigador
Equipe Brasil: Marco Andrade
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Acervo Pessoal Ana Maria Belluzzo