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Resumen

Reseña de la Exposição de Arte Francesa presentada en 1940 en el Museu Nacional de Belas Artes en Río de Janeiro donde se comenta el “atraso” vivido por el arte brasileño en relación a sus pares europeos. Al presentarse más de cien años de arte francés —desde el neoclasicismo de Jacques-Louis David hasta vertientes de la École de Paris a inicios del siglo XX— la muestra traía a la luz, según el crítico de arte Quirino Campofiorito, el hecho de que el arte brasileño “fuera moldado hasta el día de hoy en lo extranjero”. Esa idea de haber un desajuste entre el país y Europa es descrita como “servilismo artístico”, en el cual, el primero (sin expresión típica ni fisionomía propia) está resignado a seguir explorando “formas vetustas” ya consagradas en el Viejo Mundo. En dicha dinámica de matriz y copia, “nuestro” David dio en llamarse Pedro Américo y “nuestro” Courbet responde al nombre de Almeida Júnior.

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Resumen

Resenha da Exposição de Arte Francesa apresentada no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, em 1940, em que o autor comenta o "atraso" da produção artística brasileira em relação à européia. Ao apresentar mais de 100 anos de arte francesa, desde o neoclassicismo de Jacques-Louis David até vertentes da Escola de Paris do início do século XX, a mostra evidenciava, de acordo com Campofiorito, o fato de a arte brasileira ser "ainda hoje moldada no estrangeiro". Essa idéia de descompasso de meio século entre o país e a Europa é descrita como "servilismo artístico", em que o primeiro, sem expressão típica nem fisionomia própria, resigna-se a explorar "velhas fórmulas" consagradas no velho continente. Nessa dinâmica de matriz e cópia, o "nosso" David teria surgido com Pedro Américo e o "nosso" Courbet, com Almeida Júnior.

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Comentarios críticos

La Exposição de Arte Francesa, organizada por la Associação Francesa de Ação Artística, significó la oportunidad, hasta entonces inédita en Brasil, de trabar contacto directo con casi dos centenas de obras de un gran número de creadores de la modernidad francesa, entre los que cabe mencionar a Ingres, Géricault, Delacroix, Daumier, Courbet, Corot, Pissarro, Manet, Degas, Cézanne, van Gogh, Henri Rousseau, Seurat, Matisse, Picasso, Braque y Lhote, los cuales fueron reunidos con objeto de hacer más nítida la eventual constitución de un modelo de pintura nacional. Desde la perspectiva del artista y crítico Quirino Campofiorito (1902–93), implicaba una iniciativa de “gran alcance cultural que favorece a nuestra gente”; posteriormente, se presentó en la ciudad de São Paulo, en un edificio de la céntrica calle Barão de Itapetininga. Más aún, la exposición inaugura la década de los cuarenta cuando se intensifica la llegada al país de muestras extranjeras, así como la ida de exposiciones del Brasil al exterior, no obstante el desarrollo del conflicto armado entre 1939 y 1945 por la Segunda Guerra Mundial.

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Comentarios críticos

A Exposição de Arte Francesa, organizada pela Associação Francesa de Ação Artística, significou a oportunidade, até então inédita no Brasil, de estabelecer contato direto com quase duas centenas de obras de um grande número de artistas da modernidade francesa. Dentre eles, Ingres, Géricault, Delacroix, Daumier, Courbet, Corot, Pisarro, Manet, Degas, Cézanne, Van Gogh, Henri Rosseau, Seurat, Matisse, Picasso, Braque e Lhote, reunidos de modo a tornar nítida a constituição de um modelo de pintura nacional. Vista por Quirino Campofiorito, como iniciativa de "grande alcance cultural em favor da nossa gente", a mostra foi apresentada, depois, em São Paulo, em edifício da rua Barão de Itapetininga. Além disso, a exposição inaugura uma década em que se intensifica a vinda de mostras estrangeiras ao Brasil e a ida de mostras de arte brasileira para o exterior, apesar do decurso da II Guerra Mundial, entre 1939 e 1945.

 

b- Circulação de artistas, intelectuais e obras entre Brasil, Europa e EUA

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Investigador
Equipe Brasil: José Augusto Ribeiro
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Crédito
Reproduzido com o consentimiento de Italo Campofiorito, RJ
Localización
Instituto de Estudos Brasileiros - IEB/USP