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Resumen

Observaciones en torno a la I Exposição Nacional de Arte Concreta en la cual José Geraldo Vieira comenta las obras presentes en la muestra de artistas constructivos y abstractos de alcance internacional. Subraya la existencia de diferencias entre las obras de los representantes de Río de Janeiro y São Paulo identificando, por lo tanto, dos grupos bien definidos en la muestra. A su juicio, el movimiento concreto en Brasil muestra no sólo consistencia sino, también, incentivos de renovación crítica en el arte. 

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Resumen

Observações sobre a I Exposição Nacional de Arte Concreta. O crítico comenta trabalhos apresentados, relacionando-os com artistas construtivos e abstracionistas internacionais. Afirma haver diferenças entre as obras de artistas que atuam no Rio de Janeiro e em São Paulo e identifica dois grupos na mostra. Segundo Vieira, o movimento concretista brasileiro demonstra consistência e incentiva a renovação da crítica.

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Comentarios críticos

La I Exposição Nacional de Arte Concreta se presenta en diciembre de 1956 en el Museu de Arte Moderna de São Paulo y posteriormente (enero–febrero de 1957) en el MES (Ministério da Educação e da Saúde) en Río de Janeiro. Se reúnen por primera vez poetas y artistas plásticos concretistas que operan en dos enclaves brasileños, revelándose, así, las tendencias divergentes. Además de José Geraldo Vieira, críticos tales como Mário Pedrosa, Waldemar Cordeiro y Ferreira Gullar señalan diferencias de enfoque “concreto” entre los artistas de ambas ciudades, lo cual desencadenó polémicas y desarrollos teóricos que originaron la dicotomía posterior entre Concretismo (São Paulo) y Neoconcretismo (Río de Janeiro). El interés del documento recae en el hecho de que establece nexos nacionales e internacionales de la corriente, destacando la madurez “concreta” habida en Brasil. Sin duda, la I Exposição Nacional de Arte Concreta representa el apogeo del movimiento.

 

[Como lectura complementaria, véanse en el archivo digital ICAA los siguientes textos: de Ferreira Gullar “I - O Grupo de São Paulo: I Exposição Nacional de Arte Concreta” (doc. no. 1087166), “I Exposição Nacional de Arte Concreta: 2 - O grupo do Rio” (doc. no. 1090217) y “Manifesto Neoconcreto” (doc. no. 1110328); de Waldemar Cordeiro “Teoria e prática do concretismo carioca” (doc. no. 1087287); y de Mário Pedrosa “Paulistas e cariocas” (doc. no. 1085056)].

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Comentarios críticos

A I Exposição Nacional de Arte Concreta foi apresentada em dezembro de 1956 no Museu de Arte Moderna de São Paulo e, em janeiro e fevereiro do ano seguinte, no Ministério da Educação e da Saúde, no Rio de Janeiro. O evento reuniu pela primeira vez poetas e artistas plásticos concretistas que atuavam nas duas cidades, revelando divergências entre grupos e tendências. Na ocasião, além de José Geraldo Vieira, críticos como Mário Pedrosa, Waldemar Cordeiro e Ferreira Gullar apontaram as diferenças entre as obras de cariocas e paulistas. A mostra instigou polêmicas e desdobramentos teóricos que deram origem à histórica dicotomia entre Concretismo e Neoconcretismo. Há  interesse no documento por estabelecer relações entre artistas nacionais e internacionais, bem como por destacar a maturidade da produção de arte concreta no Brasil.
A I Exposição Nacional de Arte Concreta representa o ponto culminante do movimento.
Ver também:

CORDEIRO, Waldemar. Teoria e prática do concretismo carioca. A & D, São Paulo, n. 22, mar./abr. 1957
GULLAR, Ferreira. 1 - O grupo de São Paulo. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro: 17 fev. 1957
PEDROSA, Mário. Paulistas e Cariocas. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 19 fev. 1957.

 

g- Arte concreta

g- Grupos e manifestos

g- I Exposição Nacional de Arte Concreta

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Investigador
Heloisa Espada
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo