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  • Registro ICAA
    1074787
    TÍTULO
    Manifesto Regionalista de 1926 / Gilberto Freyre
    IMPRENTA
    Río de Janeiro, Brasil : Ministério da Educaçao e Cultura, Serviço de Documentação, [1955]
    DESCRIPCIÓN
    p. 3- 54
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Libro/Folleto – Manifiestos
    CITA BIBLIOGRAFICA
    Freyre, Gilberto. Manifesto Regionalista de 1926. Rio de Janeiro: Ministério da Educaçao e Cultura, Serviço de Documentação, 1955.
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
    DESCRIPTORES NOMBRES
    Congresso Brasileiro de Regionalismo, I
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Resumen

Manifiesto escrito por el sociólogo Gilberto Freyre en nombre de la “rehabilitación de valores regionales y tradicionales”, y en pro de una “nueva organización” del Brasil. Yendo contra la división administrativa del país a partir de estados, según fue implantada desde la declaración de la República Federativa (1889), el texto propone la configuración de un gobierno político de acuerdo a regiones geográficas, integradas por una legislación que respete las peculiaridades de la constitución física y social de cada region. El autor pernambucano inclusive defiende aspectos de la cultura y las costumbres “nordestinas” (del noreste brasileño), desde la arquitectura hasta la cocina, oponiéndose frontalmente al “mal cosmopolitismo”, al “falso modernismo” y a la gran consideración de respeto que difunden las novedades extranjeras. En opinión del autor, Brasil implica “fusión, combinación, mezcla”; de ahí que la región “nordeste” se destaque por ser el “crisol primordial” en el procesamiento de todo tipo de mestizajes.

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Resumen

Manifesto escrito em nome da "reabilitação de valores regionais e tradicionais", para uma "nova organização" do Brasil. Contra a divisão administrativa do país por Estados, como implantada pela República, o texto propõe a configuração do governo político de acordo com regiões geográficas, integradas por uma legislação que respeite as peculiaridades da constituição física e social de cada região. O autor ainda defende aspectos da cultura e dos costumes do Nordeste brasileiro, desde a arquitetura até a culinária, em oposição ao "mau cosmopolitismo", ao "falso modernismo" e ao apreço pelas novidades estrangeiras. O Brasil, para Gilberto Freyre, é "combinação, fusão, mistura", onde o Nordeste se sobressai por ser "a principal bacia" no processamento das miscigenações.

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Comentarios críticos

Documento presentado por el sociólogo, antropólogo, historiador, escritor y periodista Gilberto [de Mello] Freyre (1900?87) durante el “Primeiro Congresso Regionalista do Nordeste”, realizado en su ciudad natal, Recife (Pernambuco), en 1926. Contó con la presidencia y organización del periodista y escritor Odilon Nestor, entonces presidente del Centro Regionalista del Nordeste. El evento referido implica la culminación de un movimiento interdisciplinario, iniciado poco después de la repercusión nacional que obtuvo el “grupo modernista” emanado de la Semana de Arte Moderna de 1922. Sin ninguna pretensión de haberse lanzado a un proyecto de tenor estético —como había ocurrido en São Paulo cuatro años antes en el Teatro Municipal— el congreso nordestino tenía en vista un plan más ambicioso: civilizador y opuesto a la organización política implementada tras la caída del Império (1822?89) y desde la fundación de la República Federativa do Brasil.

En un testimonio tardío, fechado en 1951, Freyre llegó a declarar, de forma contradictoria, que el Manifiesto Regionalista era también modernista; no obstante corrigiendo: “modernista y tradicionalista al mismo tiempo”.

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Comentarios críticos

Documento apresentado durante o Primeiro Congresso Regionalista do Nordeste, realizado na cidade do Recife, em Pernambuco, em 1926, sob a presidência e organização do jornalista e escritor Odilon Nestor, então presidente do Centro Regionalista do Nordeste. O evento é a culminação de um movimento interdisciplinar iniciado com a repercussão da Semana de Arte Moderna 1922 pelo país. Mas sem a pretensão de se lançar a um projeto estético, como ocorrera em São Paulo quatro anos antes, o Congresso designava-se a um plano mais ambicioso: civilizatório e contrário à organização política do país assumida desde a República. Em depoimento datado de 1951, Gilberto Freyre declarara que o manifesto regionalista era também modernista, porém, "modernista e tradicionalista ao mesmo tempo".

 

b- Experiencia regional e renovação artística

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Investigador
José Augusto Ribeiro
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Crédito
Cortesia da Fundação Gilberto Freyre, Pernambuco, Brasil

Localización
Instituto de Estudos Brasileiros - IEB/USP